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Historico
Fundação - No ano de 1989, no dia 02 de setembro, em Assembléia Geral, na
cidade de Recife, PE, com a presença dos sindicatos do Rio de Janeiro, Rio Grande
do Sul, Pernambuco, São Paulo e do Distrito Federal, foi fundada a Federação
Nacional dos Nutricionistas - FNN.
Primeira gestão - a nutr. Jaine Maria Vieira foi eleita como presidenta na
Assembléia de fundação, em 1989. No período da sua gestão o trabalho foi voltado para
os trâmites legais exigidos pela legislação vigente no País. Registro em cartório,
processo de arquivamento no Ministério do Trabalho para a obtenção do Código Sindical,
CNPJ, abertura de conta bancária, etc. Em todos estes passos a FNN contou com a ajuda da
Federação Nacional dos Engenheiros e do Sindicato dos Engenheiros do RS. No ano de 1990,
no Cobran de Santa Catarina, em Blumenau, foi realizada a primeira reunião com a presença
dos sindicatos e de profissionais que desejavam fundar sindicatos em seus estados. A
Federação já estava reconhecida pela categoria em nivel nacional, enfrentando prós e contras,
mas indo em frente não se curvando às opiniões reacionárias inclusive com infiltrações de
profissionais defendendo interesses patronais.
Da Sede - Pelas dificuldades encontradas financeiramente, a sede administrativa da
Federação ficou no Estado em que foi feito o registro em cartório e o CNPJ, onde
residia então a Presidenta - Porto Alegre - RS e o fórum em Brasília, o que
facilitou o crescimento da entidade.
Transição - período de 1993 a 1994 - a FNN assume a nutr. Maria Angela
Tavela, do Sindicato do Rio de Janeiro, com a ajuda dos Sindicatos do RS e PE,
em função da Presidenta ter se licenciado.
Segunda gestão - No ano de 1995, iniciou-se a segunda gestão da FNN que
teve como presidenta a nutricionista Maria Terezinha Oscar Govinatzki, representando o
Sindicato dos Nutricionistas do Rio Grande do Sul. Esta gestão se caracterizou pelo
trabalho voltado para a fundação de novos sindicatos por todo o País, ação permitida
em função da Presidenta fazer parte da diretoria da Confederação Nacional das Profissões
Liberais, o que facilitava reuniões nos diferentes Estados para a criação de sindicatos de
nutricionistas. A cada viagem feita e custeada pela Confederação a Presidenta aproveitava
nos momentos livres, para reunir profissionais e assim discutir sobre a necessidade de
sindicatos. Nesta gestão, foi elaborado pela FNN e seus Sindicatos o projeto que visava
estabelecer carga horária de 30 horas por semana, nº de profissionais por áreas,
insalubridade e salário mínimo profissional. Neste período, foram criadas várias
delegacias como sementes de sindicatos. Havia as delegacias do Mato Grosso do Sul, do
Rio Grande do Norte, de Sergipe, do Espírito Santo, da Paraíba, do Ceará, de Minas Gerais,
do Amapá, de Rondonia, do Pará, do Piauí. Em 14 de setembro de 1996, em Guarapari, ES,
durante Congresso da CNPL, a FNN conseguiu realizar sua Assembléia Geral Extraordinária,
com o Conselho de Representantes composto com presença de: MARIA TEREZINHA OSCAR GOVINATZKI,
Presidente - ZAIDA DE ALBUQUERQUE MELO DINIZ, Diretora de Administração - HÉLVIO WEISSHEIMER
DE LA CORTE, Diretor de Finanças - Célia Teresinha Ferreira, delegada representante do
Sindicato filiado do Estado de São Paulo - ENEIDA LACERDA, delegada representante do
Sindicato filiado do Estado de Pernambuco - ELIZABETH SEQUEIRA DE TOLEDO e SUELI IDALINA
TRINDADE NEVES, delegadas representantes do Sindicato filiado do Estado do Rio de
Janeiro - AMÁLIA SALCEDO MOTA e LISIANE SELISTRE LITKE, delegadas representantes do
Sindicato filiado do Estado do Rio Grande do Sul - REGINA MARIA FERREIRA LANG, delegada
representante do Estado de Paraná;SIMONE MENDONÇA DE ARAÚJO, delegada representante do
Sindicato filiado do Estado de Alagoas - GIOVANA PINHEIRO MESQUITA DE LIMA, delegada
representante do Estado do Rio Grande do Norte - MARVOLA SCHMAEDECKE, delegada
representante do Sindicato filiado do Estado do Mato Grosso - JOSELINA MARTINS SANTOS,
delegada representante do Sindicato filiado do Estado da Bahia - CLIVONICE CASCAES
PIMENTEL, delegada do Estado de Minas Gerais; MARIA VIRGINIA L. SILVA, LUCIANA NOGUEIRA
FUNDÃO, FABIOLA C. SIMÕES, GLEIDE C. F. DO NASCIMENTO, MÁRCIA M. YAKABE e TERESINHA
FERNANDES DE O. GOMES, representantes do Estado do ES. Representante do Distrito Federal
não compareceu em função do Sindicato ter sido desativado enfraquecendo a categoria de
Brasília. Em 1997, a FNN conseguiu que o projeto já elaborado desse origem ao PL 3439/97,
de autoria do Dep. Federal Nélson Marchezan. Porém pelas políticas adotadas pelo Governo
Federal na época, fomos obrigados a retirar do PL o salário mínimo profissional para não
perdermos o Projeto de Lei por inteiro. Já no primeiro escalão da diretoria da CNPL, a
Presidenta teve condições de participar da fundação do Sindicato do RN, da reativação dos
Sindicatos da Bahia e do Paraná. Neste período foi criada em Assembléia o valor referência
para a consulta convênio em nutrição clínica e a tabela de honorários nacional. Neste
período, 1º de novembro de 1997, houve a 1ª reforma do Estatuto, alterando o número de
membros da Diretoria de três para sete membros e suplentes e o mandato passou a ser de
4 anos. Nesta Assembléia estavam presentes: MARIA TEREZINHA OSCAR GOVINATZKI, Presidente -
ZAIDA MARIA DE ALBUQUERQUE MELO DINIZ, Diretora de Administração e delegada representante
do Sindicato filiado do Estado de Pernambuco- HÉLVIO WEISSHEIMER DE LA CORTE, Diretor de
Finanças - AMILCAR CARVAS DE CARVALHO, delegado representante do Sindicato filiado do
Estado do Rio de Janeiro - ENEIDA LACERDA, delegada representante do Sindicato filiado
do Estado de Pernambuco - AMÁLIA SALCEDO MOTTA e LISIANE SELISTRE LITZKE, delegadas
representantes do Sindicato filiado do Estado do Rio Grande do Sul - SIMONE MENDONÇA DE
ARAÚJO, delegada representante do Sindicato filiado do Estado de Alagoas - JOVANIL
FRANCISCA PINHEIRO DOS SANTOS, delegada representante do Sindicato filiado do Estado
do Mato Grosso - GIOVANA PINHEIRO MESQUITA DE LIMA, delegada representante do Sindicato
filiado do Estado do Rio Grande do Norte e MARTA SOUZA ROCHA, delegada representante do
Sindicato filiado do Estado da Bahia.
Terceira gestão - em 1999 nova eleição e a nutr. dra. Maria Terezinha foi
reeleita em chapa por ela encabeçada. Neste período houve a fundação dos sindicatos dos
estados do Rio grande do Norte, Paraíba e Ceará, e a reativação do Sindicato do Distrito
Federal. Até o ano de 2003 a FNN participou de muitas lutas em prol da Categoria.
Participou em movimentos contra atos e leis que prejudicassem os profissionais; entrou
no movimento pela inclusão do nutricionista no PSF, nos convênios saúde, campanhas pela
valorização do nutricionista, nas Conferências de Saúde, nos fóruns sindicais do Mercosul,
e outros. Em julho de 2001 a FNN faz uma proposta de atuação conjunta das entidades em
reunião com o CFN em São Paulo. Em dezembro do mesmo ano o Conselho Federal aceita conversar
e negociar o valor da anuidade para os profissionais de todo o País, ficando inclusive
estabelecido valores diferenciados das anuidade de acordo com a região.
Quarta gestão - em 2003 assume a chapa encabeçada pela nutr. dra. Zaida
Maria de Albuquerque Mello Diniz do Sindicato de Pernambuco. Nesta gestão houve a fundação
do Sindicato do Mato Grosso do Sul, do Amapá, de Santa Catarina e também do Sindicato de
Minas Gerais, chegando a 16 o número de sindicatos dos nutricionistas no País e uma
delegacia no estado do Piauí. Em 2003 iniciou o trabalho conjunto das entidades nacionais,
FNN - CFN e ASBRAN, pela revitalização do Enem, agora ENAEN, que ocorreu como Pré - ENAEM,
em novembro de 2004, no Ceará. O grande avanço neste período foi o inicio das negociações
coletivas da FNN com a classe patronal nos estados que por quaisquer motivos não poderiam
realizá-las. As primeiras negociações foram nos estados de Santa Catarina e do Paraná. A
assessoria jurídica às negociações diretamente aos sindicatos que já realizavam negociações
também foi intensificada. Também neste período, houve a desfiliação da Federação junto a
CNPL, junto com a Federação Nacional dos Engenheiros e a Federação Nacional dos Economistas.
E em 27 de dezembro de 2006, as três primeiras a se desfiliarem da Cnpl, fundaram a
Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados e a FNN
ocupando os cargos de Vice-presidente, Diretor de administração, na suplência da diretoria
e no Conselho Fiscal. Em 2006 a Federação consegue dar prosseguimento no seu Projeto de Lei
que estava parado no Congresso pela morte do seu autor. O PL havia sido indexado a outro PL
que visava a diminuição de carga horária a todos os trabalhadores do País. Conseguida a
desindexação, conseguimos que o Senador Paulo Paim fosse autor de novo PL, mais atualizado
e mais objetivo de acordo com as reivindicações feitas nas assembléias dos sindicatos e
categoria. Embora, por uma falha na comunicação, o PL tenha dado entrada no Senado sem
reunião prévia, e aí com o texto de 1991, conseguiu-se então entrar com um substitutivo
ao PL 249/06, com apoio do CFN e ASBRAN, e corrigir-se a tempo a falha não por nós feita.
Em 03 de outubro de 2007, o relator do PL na Comissão de Assuntos Sociais - CAS deu seu voto
pela aprovação do projeto na forma do substitutivo. Pela pressão da classe patronal ainda
haverá uma audiência pública.
No ano de 2007 houve então uma prorrogação de mandato e a eleição ficou para o ano de
2008. Neste período, já em 2008, a FNN manifestou-se protestando junto a Agência Nacional
de Saúde Suplementar sobre RN ANS nª 167/2008 no que diz respeito aos itens da mesma em que
estabelece - Número mínimo obrigatório de consultas/nutricionista/ano nos planos de saúde
e a Indicação do paciente ao nutricionista de acordo com "médico assistente". Em consulta
a assessoria jurídica o parecer é de que a FNN promova ação contra o ato. A FNN já promoveu
duasreuniões com o CFN sobre o assunto para termos uma posição única sobre o assunto.
Também a Federação levou sua posição em duas reuniões com o CFN, quanto a Res. 380/05,
em função de questionamentos da categoria e sindicatos. Resolução que fere a CLT e a
Constituição, pois estabelecer carga horária só pode ser em convenções coletivas ou em
forma de Lei aprovada pelo Congresso Nacional. Não cabe a conselhos de fiscalização legislar.
Estamos esperando posição do CFN. Em abril de 2008 a FNN lança em Seminário do CRN2 o I
CONGRESSO BRASILEIRO DE ALIMENTAÇÃO COLETIVA, com repercussão por todo o País, numa
realização conjunta com o Sindicato dos Nutricionistas do RS, estado sede do evento.
Quinta gestão - em julho de 2008 é realizada eleição e a chapa encabeçada
pela nutr. Maria Terezinha Oscar Govinatzki assume a atual gestão.
No dia 1º de agosto, a CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS PROFISSIONAIS LIBERAIS
UNIVERSITÁRIOS, CNTU, através do seu presidente o Engº Murilo Pinheiro, deu
posse a nova diretoria da FNN. A solenidade foi na sede do Sindicato dos
Nutricionistas de São Paulo, que após ofereceu coquetel aos profissionais e
às entidades CFN, APAN, representando a ASBRAN, e Sindicatos dos Nutricionistas
e de outras categorias.



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